
"Com um jogador a mais - Renato sentia cãibras e era atendido fora de campo por Banha - os alemães empatam. Schröeder, momentaneamente sem ter a quem marcar, aventurou-se na frente e, num lance desajeitado e sem beleza, tirou do Grêmio o topo do mundo." (Marcos Eduardo Neves)"Osvaldo também lembra da "ducha fria" que foi tomar o gol de empate aos 41 minutos do segundo tempo, depois de Renato abrir o placar em uma jogada sensacional aos 38 do primeiro. O 1 a 1 saiu em cabeçada do zagueiro Schroeder, após cobrança de falta.
— Sabíamos que o forte deles era o jogo aéreo. Nos preparamos para isso — lamenta Mário Sérgio. " (Zero Hora, 11/12/2008)

Grêmio.Net: No momento em que o Hamburgo empatou o jogo, você estava atendendo o Renato, com câimbras, na beira do gramado. Como foi aquele momento?
Banha: Quando o Hamburgo fez o gol, nós gelamos. O Renato se levantou rapidamente e voltou para o campo dizendo “vamos ganhar, vamos ganhar”. Graças a Deus ele conseguiu fazer o segundo gol na prorrogação. A equipe já estava cansada física e mentalmente e o gol veio na hora certa.
Grêmio.Net: Qual foi o momento mais difícil?
Espinosa: O gol do Hamburgo. O jogo já estava no final e isso levaria a decisão para uma prorrogação. Mas depois do que escutei do De Leon e do Renato não perdi a confiança.
Grêmio.Net: Quando o Hamburgo chegou ao empate, no final de jogo, você estava com câimbras fora de campo. O que você sentiu naquele momento? Chegou a temer que a vitória poderia escapar até porque o grupo estava sentindo bastante no aspecto físico?
Renato: Foi um momento complicado. Cheguei a temer se eu não voltasse para o gramado. Felizmente o Banha (massagista) fez uma massagem esperta e me deixou na boa.
“Nós sofremos um abalo emocional muito grande com o gol de empate a quatro minutos do fim. Tratamos de acalmar os jogadores antes da prorrogação, mas aquela equipe havia sido muito bem trabalhada e tinha um grupo maduro, com Mário Sérgio, De Leon, Paulo César. E o golaço do Renato, logo no início da prorrogação, transferiu toda a pressão para os alemães”.(Ithon Fritzen)
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